Terça, 25 Abril 2017 10:07

Engenheiros, engenheiros agrônomos, geógrafos, geólogos, meteorologistas, tecnólogos e técnicos dessas áreas contam com plano de benefícios previdenciários exclusivo dos profissionais registrados em um dos 27 Creas do país. O TecnoPrev, da Mútua, está disponível para os profissionais associados à Caixa de Assistência e seus dependentes e o plano mantém características diferenciadas e vantajosas em relação aos planos privados comercializados pelos bancos.

Conforme explicou Mauro Halfeld, economista, especialista em finanças pessoas e colunista da Rádio CBN, a taxa de administração, principalmente, impacta diretamente no rendimento do montante investido em um fundo de previdência complementar. “A taxa de administração é a mais importante. Ela é registrada todos os dias e incide não apenas sobre seu capital, mas também sobre seus rendimentos acumulados”, sublinha Halfeld. Ele ainda explica que ao pagar uma alta taxa de administração, o participante do plano “todos os anos, praticamente, perde a chance de vencer a inflação e tira todo o brilho do esforço em fazer uma previdência complementar”.

Diante disso, o TecnoPrev, que tem taxa de administração de apenas 0,5% ao ano e inúmeros outros benefícios, assegura aos seus participantes as melhores condições para uma aposentadoria segura, estável e com rendimento diferenciado. O plano fechou 2016 com rentabilidade de 19,93%.

A explicação de Halfeld sobre previdência complementar foi dada em resposta a um ouvinte de sua coluna CBN Dinheiro, que questionou se deveria retirar seu investimento aplicado em um plano privado de um grande banco, tendo em vista os altos custos da taxa. Halfeld sinalizou, então, que uma ótima opção é a contratação de plano de previdência coletivo gerido por órgão de classe, como é o caso do TecnoPrev.

No comentário, o ouvinte ainda cita o pagamento de um seguro de vida em conjunto com a previdência. A todo sócio contribuinte da Mútua – desde que seja inscrito há mais de um ano e esteja adimplente com a anuidade - é assegurado o direito a cobertura do pecúlio por morte (R$ 15 mil por morte natural e R$ 30 mil por morte acidental), benefício previdenciário inserido no TecnoPrev e que se assemelha a um seguro de vida.

Ouça aqui o comentário completo de Mário Halfeld sobre investimento em previdência complementar e siga a dica do especialista: venha para a Mútua e garanta no futuro sua estabilidade financeira com o TecnoPrev.

 

Fonte: Gecom/Mútua (com informações Portal CBN)

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Segunda, 24 Abril 2017 17:30

Iniciativa recebe inscrições de projetos até o dia 07 de julho. Podem participar estudantes de nível técnico e superior

Foi lançada na tarde desta quarta-feira (19), em uma reunião voltada para professores e coordenadores de cursos da área tecnológica, a terceira edição do Prêmio Arlindo Fragoso de Tecnologia e Inovação. A iniciativa, realizada pelo Conselho Regional de Engenharia e Agronomia da Bahia (Crea-BA) e pelo Instituto Politécnico da Bahia (IPB), foi um divisor de águas na instituição de ensino que conquistou o primeiro lugar no ano passado – a Unijorge – aumentando a produção científica da unidade, saltando de oito para 26 projetos. 

De acordo com o professor Armando Peixoto,o fomento a inovação e a cultura empreendedora estava adormecido e o Arlindo Fragoso, além de propor o engajamento em torno da produção científica, também estimulou a realização de eventos como a  I Semana de Engenharia da Unijorge. “Neste ano, só no meu colegiado, temos quatro projetos que poderão concorrer a terceira edição ”, acrescenta.

O edital do prêmio foi apresentado pelo chefe de gabinete do Crea, engenheiro químico Herbert Oliveira. A novidade deste ano é a criação de uma nova modalidade: projetos em operação. Nesta categoria a premiação chegará a R$ 27,5 mil. A iniciativa visa contribuir para a formação de profissionais inovadores advindos dos cursos superiores e técnicos da área tecnológica do Estado da Bahia, estimulando a geração de conhecimento e cultura empreendedora. 

Os trabalhos precisam apresentar soluções sustentáveis para as áreas de energia, saneamento básico, construção civil, segurança pública, mobilidade urbana, produção agrícola, produção mineral, petróleo e gás natural. O prêmio é voltado para estudantes do ensino técnico e superior vinculados ao Sistema Confea/Crea no Estado da Bahia (de instituições públicas ou privadas), e que tenham cursado pelo menos 50% dos períodos da graduação até o fim do semestre 2017.1.

A premiação em dinheiro para a modalidade 1 é de R$ 18 mil (1º lugar - R$ 10 mil, 2º lugar - R$ 5 mil e 3º lugar - R$ 3 mil) para os primeiros colocados. A modalidade 2 vai destinar R$ 27,5 mil (1º lugar - R$ 15 mil, 2º lugar - R$ 7,5 mil e 3º lugar - R$ 5 mil) para os melhores trabalhos. As inscrições poderão ser feitas de 19 de abril a 07 de julho. Os melhores trabalhos serão divulgados no dia 24 de julho e a divulgação dos premiados está prevista para o dia 23 de novembro. Os interessados deverão preencher a Ficha de Inscrição disponível no site do Crea, imprimi-la, assiná-la e enviá-la ao Gabinete da Presidência do Crea-BA – Rua Professor Aloísio de Carvalho Filho, 402, Engenho Velho de Brotas. CEP – 40243-620.

Todas as dúvidas a respeito do Prêmio podem ser esclarecidas pelo e-mail: O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo. . O edital está disponível nos sites do Crea (www.creaba.org.br) e no do prêmio (www.arlindofragoso.org.br).

 

Fonte: Crea-BA

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Quarta, 26 Abril 2017 14:33

A Comissão de Finanças e Tributação da Câmara dos Deputados aprovou o projeto que determina que frutas e hortaliças produzidas no Brasil terão preferência nas licitações realizadas por órgãos públicos, desde que o preço seja até 25% superior ao de produto similar importado. O projeto de Lei nº 3.564/2012 recebeu parecer favorável do relator, deputado Hildo Rocha (PMDB/MA), que apresentou um substitutivo. O texto tramita em caráter conclusivo e será analisado na Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania.

A proposta original, de autoria do deputado Celso Maldaner (PMDB/SC), proíbe a compra de maçã importada pela Administração Pública. A versão do relator, no entanto, cria uma regra de preferência para todos os produtos de origem vegetal. O objetivo da mudança é evitar a reserva de mercado para apenas um produto. Hildo explicou que o substitutivo adota a chamada “margem de preferência a empresas nacionais”, um mecanismo previsto na Lei de Licitações — Lei nº 8.666/1993. Por meio da margem, o Poder Público pode priorizar produtos nacionais até determinado teto de preço.

Aplicação da margem de preferência
Conforme o advogado e professor de Direito Jorge Ulisses Jacoby Fernandes, a aplicação da margem de preferência em compras públicas tem por objetivo estimular a produção e a competitividade da empresa nacional, mediante a utilização do poder de compra do Governo Federal, agregando ao perfil da demanda do setor público diretriz para a promoção do desenvolvimento econômico sustentável.

“Conforme a Lei nº 8.666/1993, nos processos de licitação, poderá ser estabelecida margem de preferência para produtos manufaturados e para serviços nacionais que atendam às normas técnicas brasileiras. A margem de preferência será estabelecida com base em estudos revistos periodicamente, em prazo não superior a cinco anos, e que levem em consideração: a geração de emprego e renda; o efeito na arrecadação de tributos federais, estaduais e municipais; o desenvolvimento e a inovação tecnológica realizados no País; o custo adicional dos produtos e serviços; e em suas revisões, análise retrospectiva de resultados”, explica Jacoby Fernandes.

 

Fonte: http://www.n3w5.com.br/

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Terça, 04 Novembro 2014 10:41

BNDES e poupança, porém, estão no limite, e faltam opções para projetos de longo prazo

Com juros entre os mais altos do mundo, o Brasil tem dificuldade para viabilizar investimentos de longo prazo de maturação e de baixo retorno, como habitação, saneamento e infraestrutura.

Os poucos projetos que saem do papel recorrem aos juros subsidiados do BNDES e ao dinheiro carimbado da poupança.

Em outubro de 2012, quando o Banco Central reduziu a taxa básica de juros, Selic, para 7,25% (ou 2%, se descontada a inflação), os bancos e os investidores começaram a cogitar financiar esses projetos como ocorre no restante do mundo. Para dar impulso, o governo concedeu isenção de IR (Imposto de Renda) para quem investisse nos projetos, como já ocorre com os papéis e fundos imobiliários.

A aventura brasileira pelos juros baixos, no entanto, durou pouco, e o BC voltou a subir as taxas em abril de 2013 para combater a inflação, adiando seus planos de investimento em infraestrutura.

Para viabilizar a construção, por exemplo, de uma ferrovia que só entrará em operação em dez anos, há uma engenharia financeira que busca emprestar os recursos hoje tendo como garantia a receita da própria ferrovia, que só virá no futuro.

A conta não fecha quando a taxa de retorno do investimento em infraestrutura é muito inferior aos juros do mercado -no caso, a Selic, considerada livre de risco.

Só que os riscos de uma obra como uma ferrovia ou uma usina hidrelétrica são relevantes. Há risco de engenharia, trabalhista, de a licença ambiental não sair (ou atrasar) e até de os juros subirem no país.

BNDES 

 É aí que entra o BNDES com as taxas subsidiadas.

O problema é que o banco de fomento não tem mais recursos para bancar sozinho obras de infraestrutura estimadas pelo Ministério da Fazenda em mais de R$ 1,5 trilhão até 2025. E o SFH (Sistema Financeiro da Habitação) também não disporá de recursos das poupanças para financiar sozinho R$ 800 milhões na construção de 6,6 milhões de casas, o deficit habitacional brasileiro.

Nos governos Dilma e Lula, o BNDES cresceu e espalhou sua atuação para áreas que estão longe daquelas que antes eram prioritárias. Os críticos da mudança fazem restrição a ações como financiar empresas com a finalidade de estimular o consumo.

Esses mesmos críticos afirmam que o orçamento atual do banco e seus juros abaixo dos praticados pelo mercado distorcem a economia, ao impedir o avanço do crédito privado para financiamento de longo prazo.

Outro ponto de contestação é o uso do dinheiro do Tesouro -que registrou em setembro seu primeiro deficit em duas décadas- para emprestar a empresas que podem ser atendidas pelo mercado externo de captações ou mesmo por bancos brasileiros. É o caso de gigantes como Vale, Petrobras, Ambev, JBS, entre outros.

Em 2008 e 2009, a crise justificava essa atuação, inclusive como provedor de capital de giro, porque era uma emergência, avaliam.

Para esses analistas, o retorno social do financiamento é baixo. Melhor seria direcionar recursos para crédito à exportação e à infraestrutura, argumentam.

O BNDES diz que seu foco é o investimento, sobretudo para máquinas e equipamentos -o que eleva a capacidade produtiva da economia.

LIMITES 

 Desde 2011, porém, a estratégia parece ter efeito limitado. A taxa de investimento não decola. Passou de 18,9% no segundo trimestre de 2011 para 16,5% no mesmo período deste ano. Calcula-se que seria necessária uma taxa de 22% a 23% para possibilitar uma expansão do PIB de 4%.

Luiz de Magalhães Ozório, economista do Ibmec, diz que a atuação do banco é necessária e seus processos de concessão de crédito são rigorosos. "O BNDES atua quando há uma falha no mercado de capitais, emprestando para projetos que são relevantes."

Para o economista, o banco poderia focar infraestrutura e ampliar o acesso de médias e pequenas empresas. "Muitas não se enquadram nas regras e pegam dinheiro, a custo maior, nos bancos."
Fonte: Folha de S. Paulo

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